sábado, 12 de janeiro de 2013

Dando as caras


Natal, Ano Novo... vida nova!
Passadas as festas e períodos de férias, voltar à rotina tem um sabor doce e amargo.
Enfim, estou de volta e pretendo atualizar com mais frequência esse blog.
Escrever ainda é uma das coisas que mais gosto de fazer. Então, espero que encontre um pouco mais de tempo para me dedicar a esse espaço que tanto gosto. Espero conseguir transformá-lo num espaço que as pessoas também gostem e mais que isso, que partilhem conhecimentos e opiniões. 

Tema do momento: Coach e espiritualidade!
(Só pra variar um pouco!)
Tenho estudado muito sobre esses assuntos e a cada dia que passa me encanto mais com todo assunto que aparece.
Não apenas com os cursos na área de coach, mas com as leituras complementares no ramo da espiritualidade. 
Recentemente fiz leituras interessantes no campo da metafísica, acerca da consciência, também chamada de alma pela filosofia espiritualista, ou essência. Seja como for, trata-se da mesma coisa, com abordagens um pouco diferentes.
Percebo algo de muito interessante na linguagem utilizada nessas diversas literaturas. De modo geral, posso dizer que os textos filosóficos, os de sabedoria oriental, o conteúdo do coach, a PNL e também os textos de tema espiritual dizem varias coisas semelhantes. Entretanto, cada um toma pra si o conceito. Aliás, devo corrigir também a minha linguagem. As “pessoas envolvidas” tomam para si os conceitos. 
Muitas vezes, quando abordo algum tema ou conteúdo específico, alguma pessoa diz: Ah, isso é espiritismo! Outra diz: Hum... isso é muito coach! Uma outra vem e cita um filósofo que falou sobre isso ou cita um conceito sobre o estudo metafísico da existência. Com isso, além de achar bastante graça e me deliciar com todas as explicações que se somam ao meu repertório, enveredo na estrada da epoché, ou seja, da suspensão do juízo de valor, para contemplar todas essas similaridades e aprender com elas. A propósito, a epoché é um dos princípios básicos para ser coach (e também para ser um bom psicólogo). Não julgar o coachee e todas as coisas é um requisito fundamental.
Concluo a cada tanto, que não se trata de ser filosofia, ou ciência da religião, ou hinduísmo, ou psicologia, coach ou espiritismo. Trata-se apenas de SER. As coisas simplesmente SÃO e cada uma dessas vertentes funcionam como idiomas que retratam a mesma realidade de pontos de vista diferentes. Todavia, cada uma delas, isoladamente, não me diz o suficiente. E daí nasce minha sede, ou melhor, minha gana pelo conhecimento. É como uma explicação que ouvi certa vez de uma amiga sobre a Verdade da vida. Ela me explicou que a Verdade é como um grande espelho quebrado em que cada um tem apenas um pedacinho e vê apenas uma parte.
Sem me aprofundar mais nessa explicação, o foco de minhas mais recentes reflexões tem sido em uma chamada lei do universo de nome: “Lei das afinidades”. 
A lei das afinidades diz que os iguais se atraem enquanto os diferentes se repelem. Simples assim! Todavia, dentro do contexto cósmico, tem mais a ver com uma questão de substância energética.

Durante o processo de coach são trabalhados diversos aspectos na linguagem do coachee, com exercícios da PNL - A Programação Neurolinguística.
Tais exercícios provocam a mudança de padrões mentais, que por sua vez se tornam, digamos, mais positivos (por ser esta a finalidade do treino).
Os profissionais da área (PNL) afirmarão, provavelmente, que o indivíduo que aplica tais técnicas obtém sucesso por que se exercitou para possuir os mesmos padrões mentais de pessoas de sucesso. Os profissionais que atuam apenas na linha do coach poderão afirmar que a mudança do padrão mental gerou novos comportamentos, que antes não haviam, e essa mudança de comportamento foi o que mudou tudo a sua volta. Já as filosofias mais espiritualistas abordarão a teoria da lei das afinidades. Embora seja uma teoria propagada principalmente pelas religiões espiritualistas, é possível fazer um link com a ciência de maneira muito simples. 
...
Pretendo fazer um outro post futuramente falando sobre essa lei do ponto de vista metafísico.
Por hora, visto que estou bem cansada e tenho que ir dormir, deixo três pontinhos e um “continua”.
Até o próximo post.
  

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Life Coaching

Olá!
Finalizei a minha segunda formação em coaching.
Experimentei dois estilos e nesse momento acredito que já posso tecer alguns comentários e impressões sobre ambos.
Ok. Pretendo iniciar minha atuação como coach no mês de fevereiro, que é mais ou menos quando vou terminar meu "estágio". Depois explico melhor.
Então, minha primeira experiência de formação em coach foi com o coach ontológico. Como o próprio nome ontológico sugere, o coach ontológico trata do ser como SER. É interessantíssima essa abordagem e o conhecimento é totalmente voltado para uma auto consciência profunda.
O Life coach, entretanto, possui uma dinâmica muito voltada para a ação e resultados. O que não propõe exercícios tão intensos acerca da dinâmica do SER, entretanto, exige do coach a maturidade e a capacidade de leitura.
Em matéria de eficiência, me identifiquei mais com o Life Coach, todavia tenho certeza que não posso falar por todos. Embora eu tenha uma artéria filosófica e uma busca incessante pelo auto conhecimento, acredito que esse processo tenha que ser do tipo que flui... Com isso quero dizer que não me identifico com um processo de tomada de consciência que ocorre de forma muito drástica, intensa, rápida...  É possível que a pessoa não saiba lidar com seu novo nível de consciência.
No meu ponto de vista, tudo que acontece como um processo, deve respeitar o tempo de cada um e o tempo de cada processo. Seria como eu matricular minha filha em uma escola, cujo ano letivo dura, cada um, um mês. Aos 4 anos ela completaria a oitava série sem ter tempo para amadurecer cada coisa.
 
Uma frase que ficou, de minha última formação, foi a de um colega da turma (Paulo Marquês): "Coach não é que nem mamão, que se embrulha no jornal e em dois dias está maduro".
Tudo é processo e cada processo requer seu tempo.
 
Enfim, minhas experiências foram bastante enriquecedoras.
Tudo que aprendi me servirá (e muito) embora tenha optado pela linha do Life Coach. Compreendi que para o processo ser efetifo, não necessáriamente o coachee tenha que tomar consciência de tantas coisas. Pois o coach é um processo que permite ao coachee, possuir o objetivo que quiser, e pode ser que se tornar auto consciênte de sua existência de forma plena não seja o objetivo.
 
Como coach me comprometi a experimentar ideias que possam servir como objetos de pesquisas e estou interessadíssima em iniciar uma pesquisa no campo da metafísica e da ciência da religião, para, quem sabe, desenvolver e criar novas linhas de coach. Ainda estou na parte da ideia, mas em alguns anos espero ter progredido.
 
Ainda continuo sendo eu, mas em uma versão melhorada, pós coach.
 
POR QUE RECOMENDO O LIFE COACH
 
O life coach te coloca novamente nas rédeas da sua vida.
Está se sentindo meio perdido? Meio: "deixe a vida me levar" sem gostar desse destino que a vida está levando? Quer mudar resultados sempre obtidos mas não entende por que não consegue? Quer conquistar novos objetivos, mudar de rumo na vida, construir novos relacionamentos?
O coach é a pedida para tudo isso e muito mais.
 
Com um processo motivacional, voltado para resultados, te coloca como protagonista da própria vida e exercíta essa gestão de si mesmo melhorando sua atuação em diversas áreas de sua vida e em sua relação consigo mesmo. Os resultados disso tudo não podem ser muito diferentes de uma vida mais plena e feliz.
Afirmo com certeza que o processo é eficiente e faz transformações incríveis na realidade.
 
E por hoje é só.

sábado, 24 de novembro de 2012

Dedicando versos


Olá!

Quem é vivo sempre aparece.
Ultimamente tenho dedicado toda a minha inspiração literária para descrever meu processo de tratamento ortognático (nada poético).
Mas chegou o momento de deixar um pouco de lado aquele blog (Blog da Cirurgia Ortognática) e voltar para esse, que me dá tanto prazer.

Meu momento é de versos, prosas e melodias.
Filosofias? Muitas!


Então, hoje, dedico versos de Fernando Pessoa.

Se chama autopsicografia.
Esse verso diz muito sobre o meu momento, sobre a perda que sofri recentemente, cujo vazio jamais será preenchido.
Diz também sobre o quão estranho e confuso é esse nosso coração doido.
Cheio de labirintos e abismos.
De vez em quando nos perdemos nele e custamos a nos encontrar novamente.
Taí o preço de ser humano.
Quem nunca sofreu uma perda? Quem nunca sofreu? Quem nunca se viu confuso? Quem nunca teve sentimentos que não queria ter?
Que atire então a primeira pedra.

Aos poucos a maturidade vai nos ensinando a não nos abalar com tudo isso. Mas será?
Não chamaria a capacidade de não se abalar com os imprevistos da vida e do coração de maturidade. O coração é involuntário. Bate ainda que não queiramos viver com ele batendo. Não se abalar com suas intempéries é o mesmo que ignorá-lo. Aonde está a maturidade em ignorar uma parte vital de si mesmo?
"Bom" mesmo é se abalar, se contorcer de dor quando doer para se dar a oportunidade de usar aqueles versos mais libertadores: O p@#$%¨& que p&¨%$#.

Então, como a minha capacidade de rimar está meio enferrujada pelas placas ortognáticas, dou minhas próprias boas vindas, ou melhor, bom retorno dedicando versos alheios (de primeira qualidade).


AUTOPSICOGRAFIA

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.


E os que lêem o que escreve,

Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.


E assim nas calhas da roda

Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

(Fernando Pessoa)


Até breve!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Coaching – benefícios para sua vida e para sua empresa


Primeiramente, vamos nos centrar no significado dessa expressão “coach”. Como estudante do assunto e experimentadora do coaching, tive a oportunidade de ter contato com diversas definições. O fato é que a definição pode causar algumas confusões no compreender de quem ouve e não experimenta. 

Existem alguns tipos de coaching (podemos chamar de modalidades). Pude experimentar a vivência em dois estilos. Ambos trazem diversos benefícios ao indivíduo. Nesse momento focarei apenas na modalidade do coaching ontológico. Me comprometo a postar mais sobre minha outra experiência, que ainda não foi concluída.

A palavra coach significa “treinador”. Aquele que treina, acompanha e trabalha para o desenvolvimento de alguém. Gosto de utilizar a definição do coaching como uma ferramenta que trabalha para o desenvolvimento do indivíduo, em qualquer âmbito de sua vida, para alcançar um determinado objetivo, por meio de exercício, quase sempre voltado para o autoconhecimento. Mas nesse caso, pode-se interpretar que o coaching é um processo terapêutico (que também trabalha o autoconhecimento). Mas entendo que existam algumas diferenças básicas entre eles. Cada um deles é fundamentado em teorias diferentes. O coaching ontológico, por exemplo, é fundamentado basicamente na filosofia existencialista e a psicologia é uma ciência, portanto, cada uma linka suas ações em princípios diferentes. O coaching trabalha com uma relação muito mais objetiva, de troca de percepções e exercícios motivacionais enquanto a terapia tradicional trabalha de forma mais subjetiva, lenta e com objetivos curativos. A terapia costuma dar foco no passado, enquanto o coach, via de regra, dá foco no futuro.
Então, gosto de definir o coach como um processo que objetiva o desenvolvimento das potencialidades humanas elevando performance por meio de uma parceria entre o coach (que é alguém que possui habilidades específicas e ferramentas) e o coachee (que é alguém que está disposto a mudar).

Em minhas experiências com o coaching e com a terapia, pude observar ainda que o coaching é incomparavelmente mais intenso. A terapia é menos invasiva e provocativa, digamos que o terapeuta pisa em ovos e o coaching quebra os ovos, provoca.
Também gosto de dizer que o coaching te dá olhos muito rapidamente. A esses olhos, chamamos de distinções. Acrescento também que o coaching é bastante motivacional. 

Conhecendo um pouco da definição já é possível imaginar quais são os benefícios do coaching na vida de um indivíduo e também em uma organização. Muitas grandes empresas já optam pelo coaching como forma de maximizar resultados melhorando a qualidade de vida dos colaboradores, aumentando a autoconsciência e com isso melhorando as relações e a convivência entre as pessoas. 

Como profissional de Recursos Humanos posso dizer com toda segurança que os principais fatores que colaboram para a maximização dos resultados é o nível de satisfação dos colaboradores. É um pensamento arcaico e portanto uma forma jurássica de gerir pessoas, acreditar que o nível de satisfação, de felicidade e das relações não interfere na qualidade de vida da empresa e portanto nos resultados. 

Atualmente, a preocupação com a qualidade de vida nas organizações tem sido assunto frequente, valorizado, estudado e investido pelas empresas de maior sucesso. Após a era industrial, a imagem de funcionários robôs começou a se dissolver e a consciência de que as novas gerações não toleram ser tratadas como máquinas e se tornam insatisfeitas, desmotivadas e com baixa produtividade se a organização ou os gestores insistem em desumanizá-los. 

Observo que algumas empresas até possuem muitas políticas que objetivam a qualidade de vida do funcionário, mas que na maioria das vezes investem em políticas que não desenvolvem líderes nos gestores, que despreparados, atuam em um papel apenas de comando e não de liderança, minando, portanto, a qualidade do dia a dia da equipe, desperdiçando assim, qualquer esforço da empresa.

É que embora seja extremamente importante que as empresas atuem com políticas voltadas para a qualidade de vida na organização, se essas políticas não incluírem o desenvolvimento humano de seus líderes, existirá uma grande chance de fracasso nas políticas. Com isso é fácil deduzir que tudo converge para o desenvolvimento humano. 

Voltamos então para o coaching que objetiva especificamente esse despertar do indivíduo para si mesmo. O foco muda quando falamos de liderança. O foco do conhecimento, na verdade, não apenas muda, como se amplia. O gestor, além de especialista no negócio que atua, deve ser líder e ser líder exige necessariamente saber lidar (líder – lidar) com pessoas e conflitos. 

Onde existem pessoas, existem conflitos. Aceitar esse fato já é meio caminho andado no processo de 
gestão. O gestor que espera que sua equipe de geridos seja sempre harmoniosa, feliz, satisfeita com salários, rotinas, políticas da empresa, modelo de gestão e tudo mais que houver, está fadado ao fracasso como gestor ou no mínimo a viver em uma grande ilusão de que é competente, quando seu ego for frágil demais para enxergar a verdade. 

Falando nisso, em enxergar a verdade, mais necessariamente em “enxergar”, a partir filosofia existencialista, afirmo que cada um vê apenas o que lhe convém. Ou melhor, cada um enxerga apenas o que é capaz (pois convir dá uma ideia de escolher conscientemente não ver).

Essa afirmação se refere à cegueira humana. A cegueira como ausência de distinções. Jostein Gaarder, em seu livro “Em um espelho, um enigma” fala sobre a cegueira humana de forma muito singela definindo-a muito sabiamente com a seguinte frase: “Cada um vê o mundo como em um espelho”. Com isso ele quer dizer, que ninguém é capaz de ver no mundo, no outro, ou nas coisas, algo que já não exista em si mesmo. 

Esse “ver” não é um ver qualquer. Esse ver é um distinguir. O primeiro passo do processo de autoconhecimento proposto pelo coaching ontológico é o processo de diferenciação entre o ver comum e o distinguir, que são coisas bem diferentes. Por exemplo, o bebê possui pouquíssimas distinções se comparado a uma pessoa adulta. Mas ele é capaz de olhar, por exemplo, para uma árvore, embora talvez ele ainda não saiba que aquilo é uma árvore, por não existir ainda essa distinção que diz a ele o que é aquilo, o que significa, para que serve e como funciona. 

Quando crescemos e aprendemos a distinguir as árvores e tudo o que é material e objetivo, pretendemos saber sobre todas as outras coisas, principalmente sobre aquelas subjetivas, que dizem respeito ao que se é e ao que o outro é em sua subjetividade. 

Devo ainda abrir um parênteses para ressaltar o fato de vivermos em uma sociedade, que via de regra, valoriza o QI e a racionalidade e que o indivíduo pouco volta-se para si mesmo e portanto se apega a conceitos racionais para definir os mecanismos sentimentais do indivíduo.

Ai então é que vem a velha novidade. Não existem seres racionais. O único ser racional que convive com o humano é o computador. Os demais, que são seres vivos, são todos emocionais e extremamente complexos. 

O humano utiliza o que chama de racionalidade para descrever e justificar sua emocionalidade na tentativa de manter o controle desta – já que o humano não suporta não estar sobre o controle de todas as coisas. Não estar no controle significa estar imerso em um mar de insegurança e com isso vem o medo, o medo da dor, o medo de aumentar o vazio que é existir. 

Sobre o vazio que é existir há muito campo e muito assunto. Mas vamos nos ater apenas a questão do coaching por enquanto, como ferramenta para trabalhar essa questão do ampliamento do nosso campo de percepção, ou seja, do aumento das distinções, que objetivam desenvolver o indivíduo (humanizar os indivíduos) a fim de aumentar a qualidade de vida, criando indivíduos mais plenos na vida e nas organizações.

Parte-se do princípio que eu não serei capaz de lidar com o outro, em sua subjetividade, com sua emocionalidade genuína, se não souber sequer enxergar a minha emocionalidade e lidar com ela. O que pode ocorrer e o que ocorre frequentemente é cada um lida com o outro, da mesma forma que lida consigo mesmo.

Sinceramente não conheço nenhum indivíduo pleno em si mesmo, há não ser os líderes históricos como Jesus e Buda. Todas as pessoas que conheço falam das insatisfações da vida, do trabalho, do estresse, dos sofrimentos causados pelos conflitos da vida.

O coaching atua na subjetividade do indivíduo, primeiramente dando-lhe ferramentas para descobrir sua emocionalidade. Ao descobrir sua emocionalidade, trabalha-se para aceita-la. Todo mundo sente e sente o tempo todo. E todo mundo sente várias coisas. Não existem um ou dois tipos de sentimentos. Muito menos essa coisa dualista de sentimentos bons ou ruins. Existem sentimentos - muitos. 

Mas só é possível perceber isso, a partir do momento em que se observa. É preciso abrir os olhos para isso. E como isso acontece? 

Proponho uma experiência com o coaching para experimentar esse exercício. Escolha um coach para sua vida e passe a viver mais plenamente. 
Experimente viver uma experiência do coaching em sua organização e perceba os benefícios e sinta a melhora na qualidade de vida em sua equipe. 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Coaching Ontológico

Fiquei devendo falar um pouco mais sobre o Coaching Ontológico não é mesmo?
Desde que mergulhei nessa experiência não consegui mais me centrar e escrever. E ainda estou no processo.
De alguma forma o mecanismo dos meus pensamentos mudaram completamente e a construção de idéias, ou melhor, a transcrição de ideias se tornou um processo praticamente novo. Não sei se consegui expressar bem o que isso significa. Para isso vou falar um pouco mais sobre a minha experiência com o coaching e que transformações ocorreram em mim e na minha forma de lidar com o mundo.

Transformação! Acho que essa é a palavra que descreve bem a proposta do coaching. E para quem aceita fazer esse mergulho, pode acreditar que acontece.
Todavia, essas transformações tem muito a ver com cada um, ou seja, não há um resultado específico a ser alcançado no estado de espírito de cada um que se torna coach na vida. O resultado é uma paisagem que só existe no contexto individual de cada um.
Mas uma coisa pode ser dita em relação a todos: Todos, pelo menos eu acredito nisso, todos adquirem novas distinções. Todos ganham olhos para verem o que antes não viam.

Minha experiência com o coaching foi muito intensa e profunda. Ainda não sei dizer que foi bom ou ruim, pois ainda não me restabeleci. Não se sabe exatamente se é melhor ser ignorante ou esclarecido sobre todas as coisas e principalmente sobre si mesmo.

Percebi que pra mim foi mais intenso que para os outros integrantes do grupo o qual eu fazia parte. Pois tudo tinha a ver com o meu momento. Estava em um momento difícil, de mudanças, perdas...
Perdi o emprego muito inesperadamente quatro dias antes do primeiro seminário. Tinha uma cirurgia e alguns outros projetos importantes a serem feitos que dependiam muito do emprego. O coach provoca muitas reflexões de forma bastante terapêutica... resultado: crise!

... mas vou deixar para outro momento uma descrição mais detalhada dos fatos.
Fico agora com a indicação do filme, indicação de Tulio e Anderson, meus colegas de jornada.
Amelie Poulan